domingo, 6 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

NYU

www.law.nyu.edu
Candidates for the LL.M. in the various specialties must complete between 14 and 21 credits in their respective area of specialization. Credits not in the area of a student’s specialization may be taken in any NYU School of Law courses open to graduate students.
Credit Requirement Students must complete at least 14 credits from the list of courses under “International Legal Studies” (L05) in the course schedule. Courses designated as “related courses” (see below) also count towards the required minimum of 14 credits in this field.
Unless students have considerable academic background in the particular area, they are advised to take at least one basic course in Public International Law, one in International Economic Law, and one in Comparative or Global Law. Students who have taken basic courses such as International Law as part of their first law degree sometimes choose not to take them in the LL.M. However, the intellectual approach and material covered are likely to be different from similarly-titled courses in other countries; so many students find it valuable to take these courses at NYU.
http://www.law.nyu.edu/llmjsd/llmnewyork/internationallegalstudies/index.htm
Center for Human Rights ad International Justice: http://www.chrgj.org/
Institute for International Law and Justice: http://www.iilj.org/
TOEFL:
Applicants taking the Internet-based TOEFL (iBT) are required to achieve a minimum total score of at least 100, a minimum score of 26 on the reading and listening subsections, and a minimum score of 22 on the writing subsection. Because the speaking subsection is unique to the iBT, we do not set a minimum score for this subsection. However, the Committee on Graduate Admissions will look for scores of at least 22.
Personal Statement and Résumé:
All applicants must electronically attach to the online application a brief statement of no more than 500 words. You may describe your professional interests and goals or, since the Committee on Graduate Admissions does not grant interviews, you may use the statement to describe aspects of yourself and/or your work that are not apparent from your other application materials. You should include your reasons and qualifications for applying for a particular program or specialization. All applicants must also electronically attach a résumé to their application; it may be one to two pages in length.

Stanford University

The Stanford Program in International Legal Studies (SPILS)
Questions concerning SPILS should be directed to graduate.admissions@law.stanford.edu.
Areas of Concentration:
Law, Legal Institutions, and Civil Society, including such areas as the sociology of law and legal practice, rule of law, human rights, women's issues, and the dynamics and reform of domestic, regional and international legal systems.
Academic Program
SPILS fellows must complete a minimum of 26 units of study during the academic year (including the required five units of Directed Research in the Spring semester) and are required to be in residence for one academic year (nine months).
Each SPILS fellow must complete an intensive research project designed to result in a significant contribution to the scholarly literature or policy debate in his or her area of concentration.
Core Seminars
SPILS fellows are required to take the following core program courses:
Law and Society Seminar (3 Units, Fall)
SPILS Research Methods Workshop (4 Units, Fall; 3 Units, Spring)
In addition to the required SPILS seminars and workshops and the directed research for their theses (5 Units, Spring), SPILS candidates take three to five advanced courses or seminars offered by Stanford Law School or by Stanford University's other graduate departments or professional schools.
Informações sobre o personal statement:
http://www.law.stanford.edu/program/degrees/advanced/admissions/#personal_statement

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A degradação do Homem - vale a chamada "tortura light"?

"Certas questões morais e éticas atravessam os tempos sem que as sociedades consigam ser coerentes de fato com o falar e o agir. A disseminação da tortura, especialmente nos espaços prisionais, anda de mãos dadas com a deflagração de uma cultura da violência no imaginário coletivo. Práticas violentas e degradantes contra a pessoa humana têm se tornado cada vez mais institucionalizadas nas democracias ocidentais. Pior, aceitas e mesmo apoiadas por amplas camadas populares. Esse fato – e seus desdobramentos morais e éticos – foi demonstrado por especialistas do direito, filósofos, historiadores e outros pesquisadores do tema durante o 1 o Seminário Internacional sobre a Tortura. Realizado nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro pelo Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, o encontro reuniu, no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, estudiosos de universidades como a de Oxford, no Reino Unido, de Michigan e de Indiana, nos Estados Unidos, de Melbourne, na Austrália, e até um ex-agente especial da contra-informação do Exército dos Estados Unidos, veterano da guerra do Iraque".
(íntegra do artigo: http://nevusp.org/portugues/index.php?option=com_content&task=view&id=1549&Itemid=29)

SP aprova cobrança em hospital público

FOLHA DE S. PAULO - COTIDIANO
SP aprova cobrança em hospital público
A A. Legislativa de São Paulo aprovou ontem, por 55 votos a 17, o projeto de lei que permite que todos os hospitais estaduais sejam terceirizados e, apesar de públicos, atendam a pacientes particulares e de planos de saúde, mediante cobrança. O Ministério Público do Estado afirmou que, assim que a norma entrar em vigor, ajuizará ações contra a sua execução. Na visão do Ministério Público, a futura lei fere os princípios de igualdade e universalidade do SUS (Sistema Único de Saúde), pois criará um tratamento diferenciado para os pagantes. Para que se torne lei, o texto aprovado pelos deputados precisa ser sancionado pelo governador José Serra (PSDB). A aprovação é dada como certa, já que o projeto original foi apresentado pelo governador. Durante a votação de ontem, funcionários públicos fizeram protestos e chegaram a xingar a relatora do projeto, a deputada Maria Lúcia Amary (PSDB). A futura lei é especialmente polêmica na questão da venda de até 25% dos atendimentos dos hospitais públicos terceirizados a pacientes particulares e de planos de saúde. Os críticos dizem que se trata de uma "privatização da saúde pública". Na visão desses críticos, os pacientes que pagarem pelo atendimento ou utilizarem seus planos de saúde entrarão numa fila mais rápida, em detrimento dos pacientes do SUS, relegados a uma fila mais lenta. Os hospitais atenderão de maneira seletiva porque, segundo esse raciocínio, os planos de saúde pagam mais que o sistema público pelos procedimentos médicos. "O SUS já não consegue atender à demanda atual. Não há vagas sobrando nos hospitais. Como querem separar 25% para pacientes particulares? Haverá um claro prejuízo à população que depende do SUS", diz Anna Trotta, promotora de Justiça da área de saúde pública. A promotora diz que, se o governador sancionar a lei, entrará com ações civis públicas contra os contratos de terceirização que vierem a ser firmados entre o Estado e as OSs (organizações sociais) permitindo o atendimento de pacientes particulares. E que alertará o procurador-geral da República para que avalie a necessidade de entrar no Supremo Tribunal Federal com uma Adin (ação direta de inconstitucionalidade) contra a lei paulista. O governo argumenta que a lei não prejudica os pacientes do SUS: "Continuarão a ser atendidos normalmente, conforme a produção prevista em contrato de metas [das OSs] com a Secretaria [da Saúde]". A deputada relatora do projeto argumenta que o dinheiro pago pelos pacientes ou seus planos de saúde serão investidos nos próprios hospitais, para subsidiar o atendimento dos pacientes do SUS. À proposta aprovada ontem foi acrescentada a permissão para que também as instalações estaduais culturais e de esportes estaduais sejam terceirizadas, como museus e clubes.
(clipping AASP)

Quanta modernidade!

Pedidos de separação e divórcio poderão ser feitos pela internet

Pedidos de separação e divórcio poderão ser requeridos ao juiz pela internet, quando o casal não tiver filhos e a decisão for consensual. O projeto foi aprovado ontem pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e segue para discussão na Câmara.

Robert Pattinson


Acho fútil ficar colocando foto de homem no blog... mas gente o que é esse homem?!